Conheça a insulina vegetal e seus benefícios

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter

Você conhece a insulina vegetal? Já ouviu falar? Sabe para que ela serve e como usa-la? Não?! Então fique ligadinho aqui porque neste post eu explicarei tudo a você, inclusive as verdades e os mitos.

A insulina vegetal é uma planta de uso medicinal, que, acredita-se, popularmente, que seja eficaz no combate para controlar a diabetes -por isso recebeu este nome de insulina vegetal- por conter elevada quantidade de flavonóides e canferol livre que podem ajudar a normalizar a glicemia no sangue.

Mas será que ela realmente é eficaz? Quais serão seus benefícios? Será que ajuda no emagrecimento? Bem, vamos ver.

O nome científico da Insulina Vegetal é Cissus sicyoides L, uma trepadeira também conhecida como uva brava, cipó-pucá ou anil trepador. Como já dito anteriormente, o nome de Insulina Vegetal veio devido exatamente ao uso em grande escala pela população para tratar a diabetes.

As folhas também são empregadas para o tratamento de reumatismos, abscessos e como ativadora da circulação sanguínea. Dito isso, conseguimos esclarecer um conceito importante: a insulina vegetal não tem relação alguma com a insulina produzida pelo corpo. Apesar da crença de que ela seja capaz de controlar e ajudar a combater a diabetes, sua atuação não está diretamente ligada à produção de insulina pelo pâncreas.

A planta possui propriedades antioxidantes, antimicrobianas e hipoglicemiantes e por isso acredita-se que ela seja indicada no controle da glicemia no sangue.

Popularmente suas folhas são usadas externamente contra reumatismo, abscessos e o chá preparado com as folhas e o caule podem ser indicados para inflamação muscular, e também em caso de pressão baixa, já que a planta ativa a circulação sanguínea. Além de também poder ser usada para tratamento de convulsão e doenças do cardíacas.

Não há nenhuma comprovação científica que indique que a planta auxilia no emagrecimento. Há quem acredite que sim, devido a suas propriedades antioxidantes, mas não temos base para afirmar tal coisa.

Como usar

É importante ressaltar que o uso da planta deve ser feito apenas com acompanhamento médico, para evitar problemas ou reações negativas do organismo. Usar por conta própria pode resultar em problemas. Dito isso, separei algumas formas de consumo da planta.

Infusão de folhas de insulina

Escolha dez ou mais folhas de insulina. Lave sob a água corrente e corte as folhas em fatias, assim como você corta cebolas. Deixe secar sob o sol -o tempo de secagem depende do sol. Você pode verificar as folhas secas apertando-as.

Com as folhas já secas, ferva a água e então coloque as folhas de insulina no copo. Despeje a água fervente sobre o copo com as folhas e espere um momento até que a água dentro do copo se torne marrom. (Essa etapa é opcional) adicione um pouco de mel para ter um sabor mais leve e agradável.

Poção de ervas de folhas de insulina

Escolha 5 a 7 fatias de folhas de insulina frescas da árvore. Lave sob a água corrente, enxugue-as gentilmente. Prepare uma panela para ferver 3 a 5 xícaras de água ou 4 copos normais. Espere um momento até que a água esteja um pouco evaporada, coloque as folhas na água. Continue fervendo a água até que ela esteja fervendo espere até que a água reduza em apenas um copo. Desligue o fogão e filtre a insulina deixando a água ferver antes de despejá-la no copo de bebida.

Onde comprar?

É possível encontrar, sementes, mudas e folhas em diversos lugares, principalmente na internet. Procure em lojas de jardinagem perto de sua casa. Caso não encontre, procure na internet e veja qual opção se adequa melhor ao que você precisa.

Ainda há muito o que aprender sobre a Cissus sicyoides L, a famosa planta de insulina. O que se sabe até hoje é que, embora tenha este nome, a folha não tem relação com a insulina produzida pelo organismo ou encontrada nos medicamentos para diabetes.

A planta pode realmente ter efeitos benéficos sobre a glicose, mas o resultado em humanos ainda não foi comprovado. Além disso, também se desconhece o mecanismo de ação e possíveis efeitos colaterais. O que posso dizer aqui é que ele não deve ser utilizado para tratar o diabetes até que mais pesquisas sejam feitas para evitar efeitos negativos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *