Covid-19 e a vitamina D – Quais são as evidências?

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O ano de 2020 com certeza foi muito diferente do que todos nós esperávamos. Fomos surpreendidos por uma pandemia e não sabíamos sequer contra o que estávamos.
Agora, depois de muitos meses já há muito mais informações sobre o assunto.

Covid 19

Ao contrário do que muitos pensam, o coronavírus não é algo recém descoberto, ele faz parte de uma família viral, conhecida desde meado dos anos 60.
Eles basicamente são responsáveis por causar infecções respiratórias tanto em seres humanos quanto em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum.
Alguns coronavírus podem causar doenças mais graves com impacto importante em termos de saúde pública, como foi o caso da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave), identificada em 2002 e da Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), identificada em 2012.

A COVID-19, por sua vez, foi descoberto em 2019 em Wuhan, na China. É uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, e que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves, podendo evoluir de um caso “estável” a um caso grave em questão de poucos dias.

Sintomas

Os sintomas podem variar bastante dependendo da gravidade de cada caso. Algumas pessoas podem apresentar apenas dores de cabeça e perda do olfato. Mas vamos aos sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dor de cabeça
  • Dificuldade para respirar
  • Perda do olfato
  • Perda do paladar
  • Distúrbios gastrointestinais (diarreia/vômito)
  • Cansaço excessivo
  • Diminuição do apetite
  • Dispneia (falta de ar)

Como ele é transmitido

Foi contatado que a transmissão do coronavírus acontece de uma pessoa para outra ou através de objetos contaminados.
Como por exemplo: gotículas de saliva, apertos de mão, espirro, tosse; objetos e superfícies contaminadas como celular, corrimão, maçanetas, talheres, etc.

Como se proteger

As principais recomendações para evitar o contágio são:

  • Lavar com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%;
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo;
  • Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas;
  • Utilizar máscara;
  • Evitar aglomerações;
  • Manter uma distância mínima de 1 metro entre as demais pessoas;
  • Evitar o compartilhamento de itens pessoais como por exemplo celular, caneta, copos, etc.

Vitamina D e COVID 19

Muito se ouviu falar sobre a Vitamina D durante esse tempo, conhecida também como a vitamina do sol.
Esse assunto dividiu muito as opinião de médicos e especialistas, mas por quê? Bom, vou te explicar.

A vitamina D é responsável por ajudar e fortalecer o sistema imunológico contra infecções de uma forma geral, porém as pessoas começaram a sugerir suplementações da vitamina de forma desordenada e sem nenhum critério, como se a ingestão da vitamina por si só fosse capaz de prevenir qualquer indivíduo contra a doença, e não é bem assim que funciona.

Se tomada de forma errada a ponto de exceder a quantidade ideal de vitamina D no corpo, os indivíduos podem apresenta uma série de problemas como perda de apetite, náuseas e vômitos, seguidos de fraqueza, nervosismo e até mesmo hipertensão arterial.

De fato uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, relatou que os maiores índices de letalidade da Covid-19 estavam associados a pessoas com deficiência de vitamina D no organismo, porém isso não significa que todos apresentam deficiência de tal vitamina, tão pouco que ingeri-la torna alguém imune ao vírus.

A recomendação para uso de suplemento de vitamina D, em forma de comprimidos ou suplementos por exemplo, é feita apenas para grupos de risco de deficiência desta substância, e, somente, após exames, consultas, diagnostico e  prescrição médica.

Qual a quantidade ideal?

A quantidade ideal leva em conta vários fatores, então, apenas um médico especialista pode dizer isso ao certo.

Porém há algumas recomendações gerais de consumo de vitamina D que é de 600 UI por dia para adultos com 70 anos ou menos e 800 UI por dia para pessoas com mais de 70 anos.

O limite superior tolerável é de 4.000 UI por dia, acima desse nível o risco de efeitos tóxicos aumenta.

 

Quem tem mais propensão a ter deficiência de vitamina D?

Não há como dizer quem está mais propenso ou não, o ideal é fazer exames de sangue com uma certa regularidade para saber como está o nível da vitamina no corpo.
Entretanto, algumas pessoas precisam ter uma atenção maior com isso.

Antes mesmo do assunto “coronavírus” já era indicado que gestantes, crianças e idosos tivessem mais atentos para tal questão, com o vírus, o grupo de idosos se tornou o principal grupo de risco, sendo então ainda mais essencial manter tudo em ordem com o corpo para evitar qualquer surpresa desagradável.

Pessoas que também não se expõem ao sol precisam checar o nível da vitamina pois o sol é uma das principais fontes de fornecimento. Na pele, a produção diária de vitamina D atinge seu ponto máximo depois de 30 minutos de exposição à luz solar.

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