Falta de Vitamina D aumenta casos graves de Covid-19: saiba como evitá-la

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No final do ano de 2019, foram relatados, na China, os primeiros casos de um vírus altamente contagioso.

Na época, nós não sabíamos que o coronavírus, popularmente conhecido como covid-19, assolaria o mundo inteiro e ganharia contornos de pandemia.

Assim, a partir do começo de 2020, nós, brasileiros, começamos a sentir os efeitos dessa doença desconhecida: inúmeras pessoas doentes, muitas que foram a óbito e, até então, nenhum remédio que poderia ser prescrito para tratar os pacientes.

Soube-se, entretanto, através de médicos e cientistas que distanciamento social, uso de máscaras e uso de álcool em gel contribuiria para frear a contaminação desse vírus.

Agora, passados três anos do começo da pandemia no país, mais de 70% da população está vacinada.

Esse dado traz esperanças de que nós podemos voltar a viver ainda que não seja como antes.

Isso porque é preciso tomar cuidado mesmo com a imunização em curso já que o vírus não foi extinto.

Além disso, ainda hoje, após tantas fake News, muitas pessoas ainda têm dúvidas.

Então, hoje, decidimos explorar mais sobre o assunto da correlação entre vitamina D e pandemia, especialmente entre o grupo de risco para covid-19, bem como a forma que podemos evitar a falta de vitamina D.

Quer saber mais sobre o assunto?

O que é o Coronavírus?

Embora muita gente – ainda – não saiba, o “coronavírus” é uma família de vírus que costumam afetar nós, humanos.

A questão é que existem “tipos” mais leves e outros nem tanto.

Os cientistas descobriram que o coronavírus encontrado, primeiramente, na China em 31 de dezembro de 2019, é da “espécie” SARS-CoV02 que, por sua vez, costuma provocar síndromes infecções respiratórias graves (“Severe Acute Respiratory Syndrome”).

Dessa maneira, esse tipo de coronavírus se espalha com facilidade e alcança um contexto global.

Isso foi o que vivemos na pandemia de covid-19 que, até hoje, infelizmente, afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

Apesar disso, o que vemos, atualmente, é uma melhora no panorama global relacionado à diminuição de casos graves e número de óbitos.

Isso porque, nos dias de hoje, contamos com várias vacinas que contribuem para a diminuição das internações e das mortes, especialmente do grupo de risco para coronavírus.

Diante disso, a imunização é uma estratégia de saúde coletiva e pública. Sendo assim, tomar a vacina é essencial para que, de alguma forma, possamos seguir com as nossas vidas.

Além disso, manter hábitos saudáveis, como níveis normais de vitamina D, ajudam no fortalecimento do sistema imunológico humano o que, consequentemente, se torna menos suscetível a infecções, como a covid-19.

Essa hipótese foi levantada por um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Chicago.

Para eles, “a deficiência de vitamina D pode ser uma consequência associada a um conjunto de condições de saúde e hábitos que plausivelmente aumentam o risco da covid-19. ”

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Vitamina D

A vitamina D, como próprio nome já sugere, foi uma das vitaminas descobertas por cientistas no século XX.

Entretanto, atualmente, essa substância já ganha o “status” de pró-hormônio que é associado ao paratormônio.

Este, por sua vez, atua como regulador do metabolismo ósseo.

Dessa maneira, a vitamina D apresenta importantes benefícios ao nosso organismo.

Isso porque ela proporciona a absorção de cálcio no intestino e mantém as concentrações normais de soro, cálcio e fosfato.

Assim, a mineralização óssea fica adequada e garante, principalmente, o:

  • Crescimento e reparação dos ossos
  • Funcionamento e desenvolvimento celular e neuromuscular
  • Redução de inflamações
  • Modulação de processos (como a manutenção de funções imunológicas e metabolismo da glicose)

Sendo assim, a falta de vitamina D (hipovitaminose) é um quadro comum no mundo e, infelizmente, pode trazer malefícios à saúde. Os principais são:

  • Tetania Hipocalcêmica (concentração involuntária dos músculos)
  • Inflamações
  • Ossos finos, quebradiços, fracos e deformados
  • Dor e fraqueza muscular
  • Osteoporose (em adultos) e osteomalácia (crianças)

Para evitar possíveis problemas maiores, é fundamental “pegar” vitamina D ou ingeri-la.

Nesses casos, a exposição solar, consumo de refeições baseadas em alimentos com vitamina D ou, até mesmo, a ingestão de suplemento de vitamina D são as melhores fontes.

Exposição solar

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A principal fonte de obtenção de vitamina D é a exposição solar.

Entretanto, essa tarefa deve ser feita sob cuidados visto que, a longo prazo, se expor aos raios ultravioletas em determinados horários, especialmente sem proteção solar, pode ocasionar quadros de câncer de pele.

Sendo assim, a exposição à radiação solar ultravioleta das 10h às 16h é a melhor fonte já que existem maiores níveis de UVB.

Para isso, use protetor solar com FPS 50. Em outros momentos do dia, os níveis de UVB são menores mas ainda estimulam a produção da vitamina D.

Esse banho de sol deve ser diário – ou duas vezes na semana – e por, pelo menos, 5 a 30 minutos, especialmente na região do rosto, mãos, braços e pernas.

No entanto, sabemos que, com uma rotina corrida, nem sempre dá para manter essa tarefa em dia.

Diante disso, você pode repor a vitamina D por meio de alimentos com vitamina D e suplemente de vitamina D.

Alimentos com vitamina D

A alimentação é um importante fator para manter a nossa saúde em dia.

Logo, há alimentos que podem – e devem! – ser incorporados em sua rotina para que não haja a falta de vitamina D, sendo estes:

  • Peixes gordos (salmão, truta, atum e cavala)
  • Óleos de fígado de peixe
  • Fígado bovino
  • Queijos
  • Gemas de ovo
  • Carne bovina, suína, de frango e peru
  • Leite
  • Cogumelos

É importante ressaltar que alguns desses alimentos com vitamina D apresentam baixos índices dessa substância.

Dessa maneira, indicamos a consulta com um profissional da área (um nutricionista) para que este possa te orientar mais adequadamente nessa dieta.

Suplemento de vitamina D

O uso de suplemento de vitamina D também é uma alternativa para obter essa substância.

No entanto, nem todas as pessoas estão aptas para essa opção. Geralmente, os grupos de pessoas que pode ingerir suplemento de vitamina D são com:

  • Distúrbio gastrointestinal
  • Osteoporose
  • Histórico médico de cirurgia de emagrecimento
  • Tratamento via medicação anticonvulsiva
  • Bebês
  • Pele apresentando maior concentração de melanina
  • Necessidade de imobilização que impede o banho de sol
  • Condições que limitam a absorção de gordura

O aval para essa complementação deve ser feito mediante e sob aval de um médico ou nutricionista. Por isso, ressaltamos a importância de se consultar com esses profissionais.

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E você, alguma vez já tomou suplemento de vitamina D?

Fontes: [1] [2] [3] [4]

 

 

 

 

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